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Sobre nós

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Cooperativas de crédito são instituições financeiras não bancárias que possuem legislação específica - Lei 5.764/71 e LC 130/2009 . São regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional, autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil. O cooperativismo de crédito se caracteriza por assumir os riscos da intermediação de recursos privados e gerar benefícios para a comunidade local. Os cooperados são usuários dos serviços e donos do negócio.

O Sicoob – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – é a maior rede de cooperativas de crédito do Brasil e de Santa Catarina. Oferece todos os serviços disponíveis em um banco. O Sicoob SC/RS possui 40 cooperativas singulares, filiadas a uma Central, e forma a segunda maior rede de atendimento das instituições financeiras do estado. São 294 pontos de atendimento, presentes em 215 municípios catarinenses, oito gaúchos e oito paranaenses.

O Sicoob Central SC/RS congrega e representa suas cooperativas filiadas. Objetiva a organização, em comum e em maior escala, dos serviços econômico-financeiros, e dá assistência às filiadas com vistas na integração do Sistema. Dispõe de uma estrutura especializada nas áreas administrativa, financeira, tecnológica, comercial e jurídica, de capacitação, departamento pessoal, gestão de pessoas, contabilidade, auditoria, controles internos, desenvolvimento de negócios, comunicação e marketing.

Gerenciamento de Riscos

Como agente econômico, o Sicoob tem o compromisso de gerenciar riscos operacionais e de mercado inerentes às suas atividades. O monitoramento e a avaliação desses riscos são realizados através de uma estrutura de gerenciamento de riscos com procedimentos estabelecidos. Realizam  este acompanhamento o Conselho de Administração, os gestores da Central, profissionais que atuam como agentes e monitores internos de risco e a área de auditoria da Confederação nacional do Sicoob.

O FGCOOP é um fundo nacional que garante os depósitos dos associados por meio de indenizações até o valor de R$ 250 mil por titular e cobre os chamados riscos não-sistemáticos, também denominado risco próprio, consequente direto de aspectos financeiros, da administração ou do setor de atuação.