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Cooperativismo

 

Traduzindo os 7 princípios do cooperativismo.

Descubra as 7 maiores vantagens que o modelo do cooperativismo tem a oferecer.

VANTAGENS DA COOPERAÇÃO

Você já deve saber que cooperativas são associações autônomas de pessoas com interesses comuns, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida.

Mas você sabia que as cooperativas operam sob diretrizes internacionais estabelecidas há mais de 150 anos? E sabia que essas diretrizes – os princípios cooperativos – representam algumas das principais vantagens do modelo cooperativista?

Como tudo começou?

Em 1844, em plena Revolução Industrial, foi quando surgiu oficialmente a primeira cooperativa do mundo, em Rochdale, na Inglaterra, operando sob princípios que são observados até os dias atuais.

Inspirada pelos 28 cooperados pioneiros de Rochdale, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) redigiu, em 1995, os sete princípios do cooperativismo – linhas orientadoras de ação para que as cooperativas consigam colocar em prática seus valores de democracia, liberdade, equidade, solidariedade e justiça social.

Os princípios do cooperativismo e suas vantagens:

1 – Adesão voluntária e livre – Um modelo para todos.

Qualquer pessoa interessada em utilizar seus serviços pode ingressar numa cooperativa, desde que o faça de forma livre e espontânea, e esteja disposta a aceitar as responsabilidades da sociedade.

2 – Gestão democrática – Todos têm os mesmos poderes.

Todos os associados têm igual direito de voto em uma cooperativa (um sócio = um voto). O poder de decisão não está vinculado à posse. Todos acompanham as políticas e a evolução da instituição, participando de todas as decisões.

3 – Participação econômica dos membros – Todos são donos.

Em uma cooperativa, todos são associados, que adquirem cotas para entrar na sociedade e têm direito a participar democraticamente de todas as decisões da instituição.

4 – Autonomia e independência – Todos têm autonomia de decisão.

Acordos e parcerias podem ser firmados pelas cooperativas, desde que não afetem o controle democrático dos membros.

Um caso especial é o das cooperativas de crédito que, como instituições financeiras, estão submetidas à fiscalização do Banco Central (o que não deixa de ser uma segurança para seus associados).

5 – Educação, formação e informação – Todos ensinam e aprendem.

A fim de contribuir com o desenvolvimento do modelo como um todo e com o seu próprio, as cooperativas promovem a educação e a formação de seus trabalhadores e associados, informando-os e capacitando-os. Uma prática cujos benefícios sócio-econômicos vão muito além das instituições em si.

6 – Intercooperação – Todos se ajudam.

Além dos associados de uma mesma cooperativa unirem-se e cooperarem uns com os outros, essa ajuda mútua também se estende para as relações entre as diversas cooperativas. Por meio de estruturas locais, regionais, nacionais e até internacionais, todas as cooperativas colaboram umas com as outras.

7 – Interesse pela comunidade –  Todos saem ganhando.

Sem fins lucrativos e formada por pessoas físicas, as cooperativas têm na comunidade seu objeto constituinte e seu principal objetivo. Dessa forma, trabalham para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, gerando benefícios sociais e econômicos não apenas para seus associados, mas para toda a sociedade.